Como Definir uma Política de Retenção de Tickets?

Este artigo explica como definir uma política de retenção de tickets, abordando fatores como requisitos legais, custos de armazenamento e frequência de consulta. Apresenta um passo a passo prático para implementação e destaca erros comuns a evitar. A política correta equilibra conformidade, eficiência e economia.

Leonardo Ferreira18 min
Como Definir uma Política de Retenção de Tickets?

Como Definir uma Política de Retenção de Tickets? exige um equilíbrio entre exigências legais, eficiência operacional e a experiência do cliente, materializado no framework original Mapa de Decisão 3E — mas os resultados variam conforme a estrategia adotada..

Empresas com operações de atendimento ao cliente, SAC e suporte técnico acumulam milhares de tickets diariamente. A falta de controle sobre prazos de guarda desses registros gera riscos de não conformidade com a LGPD e custos desnecessários de armazenamento. Definir regras claras de retenção transforma um passivo digital em um ativo estratégico para análise de dados.

O que é uma política de retenção de tickets e por que sua empresa precisa de uma?

Uma política de retenção de tickets é um conjunto formal de regras que determina por quanto tempo e sob quais condições os registros de atendimento são mantidos. Esses registros incluem transcrições de chat, gravações de voz, e-mails e logs de sistema. Sem essa definição, a operação oscila entre o risco legal de descartar dados prematuramente e o custo financeiro de armazenar tudo indefinidamente.

O que é uma política de retenção de tickets e por que sua empresa precisa de uma?
O que é uma política de retenção de tickets e por que sua empresa precisa de uma?

O principal gatilho para implementar essa política é a conformidade com a LGPD. A lei exige que dados pessoais não sejam mantidos por tempo superior ao necessário para a finalidade do tratamento. Para um PABX Virtual que gerencia milhares de interações, a ausência de regras automatizadas de expurgo torna a operação vulnerável a sanções administrativas.

O framework Mapa de Decisão 3E organiza essa definição em três eixos: Exigência Legal, Eficiência Operacional e Experiência do Cliente. A Exigência Legal define o prazo máximo baseado em obrigações fiscais e cíveis. A Eficiência Operacional avalia o custo de armazenamento versus o valor analítico do dado. A Experiência do Cliente determina por quanto tempo o histórico é útil para personalizar um atendimento futuro.

Ferramentas de gestão de tickets integradas a APIs de exportação automatizam esse ciclo de vida. Elas permitem programar a anonimização ou exclusão definitiva dos registros sem intervenção manual. Isso reduz o erro humano e garante que a política não seja apenas um documento estático, mas um processo executável.

Para empresas que utilizam plataformas de distribuição de ligações, a retenção de tickets se conecta diretamente à qualidade dos relatórios. Dados expurgados prematuramente criam lacunas nas métricas de nível de serviço. Dados mantidos por tempo excessivo poluem as bases com informações obsoletas, distorcendo a visão sobre a performance real da equipe.

Quais fatores considerar ao definir o tempo de retenção dos tickets?

Como Definir uma Política de Retenção de Tickets? é o processo de estabelecer prazos e regras para armazenar registros de atendimento, equilibrando obrigações legais setoriais, custo operacional e necessidade de auditoria. A política define quando um ticket deve ser arquivado, excluído ou mantido para análise futura.

A definição do prazo de retenção exige cruzar cinco critérios operacionais e legais. Empresas sujeitas a regulamentações setoriais — como saúde, financeiro e telecom — precisam de prazos mais longos e rígidos. A dúvida sobre prazos legais e risco de multa é a principal dor de compliance officers e DPOs.

A política ideal combina exigência legal, valor histórico do ticket, custo de armazenamento, privacidade segundo a LGPD e frequência de reabertura do chamado. Cada critério altera o prazo sugerido e o momento de flexibilizar a regra.

Critério Prazo Sugerido Observação
Exigência legal setorial 5 anos (CDC) ou 10 anos (saúde suplementar) Prazos fixos. Não flexibilizar. Reclamações de consumidor exigem 5 anos conforme CDC.
Valor histórico do ticket 2 anos após encerramento Tickets de suporte técnico com baixo valor analítico podem ser retidos por 2 anos. Flexibilizar para tickets com falha recorrente de produto.
Custo de armazenamento Redução para 1 ano em sistemas sem compressão Se o custo mensal de armazenamento em nuvem superar o benefício de auditoria, reduza o prazo. Invista em automação de exclusão para controlar volume.
Privacidade e LGPD Eliminar dados pessoais após finalidade cumprida Não armazene dados de clientes por mais tempo que o necessário. Relatórios de auditoria devem comprovar a exclusão periódica.
Frequência de reabertura — —

Tickets de suporte técnico podem ser retidos por 2 anos após encerramento, desde que não contenham dados sensíveis. Já reclamações de consumidor registradas em canais como SAC e 0800 devem seguir o prazo de 5 anos previsto no Código de Defesa do Consumidor. A diferença entre os prazos exige que a política segregue categorias de ticket por tipo de interação.

Para empresas reguladas, a automação de exclusão e os relatórios de auditoria são funcionalidades obrigatórias da plataforma de tickets. Sem esses recursos, o risco de multa por retenção indevida de dados pessoais supera o benefício operacional. Um sistema de PABX Virtual integrado a um CRM pode disparar alertas automáticos de vencimento de prazo.

Definir uma Política de Retenção de Tickets exige que cada critério tenha um responsável pela revisão periódica. O DPO valida os prazos de privacidade, o jurídico confirma as exigências setoriais e o operador de call center ajusta a frequência de reabertura. Essa governança evita que a política se torne obsoleta em seis meses.

Definir uma Política de Retenção de Tickets

Critério de Decisão Quando reter por mais tempo Quando reter por menos tempo Risco principal se mal definida
Natureza do ticket Incidente de segurança, falha crítica ou solicitação legal/regulatória Dúvida simples de uso, solicitação de acesso temporário ou elogio Perda de evidência para auditoria ou defesa jurídica
Impacto no negócio Ticket ligado a interrupção de serviço, perda financeira ou dano à reputação Ticket de baixo impacto, resolvido no primeiro contato e sem recorrência Descarte prematuro de histórico relevante para análise de causa raiz
Valor para melhoria contínua Ticket que revela padrão de erro, lacuna de documentação ou necessidade de treinamento Ticket isolado, sem relação com outros casos e sem lição aprendida aparente Impossibilidade de identificar tendências ou prevenir reincidências
Obrigação contratual ou legal Existência de cláusula de retenção, LGPD, marco civil ou exigência de compliance Ausência de obrigação específica e dado pessoal sensível que deve ser minimizado Multa, quebra de contrato ou violação de privacidade
Custo de armazenamento e gestão Ticket com anexos técnicos, logs ou contexto que justificam o espaço ocupado Ticket com pouca informação útil, redundante ou duplicado Acúmulo desnecessário que dificulta busca e aumenta custo operacional

Como implementar uma política de retenção em 5 passos práticos?

Implementar uma política de retenção de tickets significa criar regras claras de arquivamento e exclusão para cada tipo de solicitação. Gestores de atendimento e TI precisam substituir processos manuais e desorganizados por um fluxo automatizado e auditável. O objetivo é eliminar a ambiguidade sobre o que guardar, por quanto tempo e quando descartar. Siga os cinco passos abaixo para estruturar essa política na prática.

  1. Mapear tipos de ticket e requisitos legais. Liste todas as categorias de tickets (suporte técnico, financeiro, reclamação, comercial). Identifique leis aplicáveis a cada uma, como o Marco Civil da Internet ou o Código de Defesa do Consumidor. Sem esse mapeamento, sua política não terá base jurídica sólida.
  2. Configurar automações no sistema de tickets. Utilize workflows, automação de status e APIs para arquivar ou excluir tickets automaticamente ao final do prazo. A automação elimina o trabalho manual de revisão e garante que a política seja executada sem falhas. Um sistema de call center em nuvem com essas features simplifica a implementação.
  3. Documentar a política e comunicar a equipe. Registre todos os prazos, categorias e regras de automação em um documento acessível. Realize um treinamento rápido com a equipe de atendimento e TI para alinhar responsabilidades. Sem comunicação, a política vira letra morta.
  4. Revisar anualmente e ajustar conforme mudanças legais ou operacionais. Agende uma auditoria anual da política com os gestores de TI e jurídico. Atualize prazos se novas leis surgirem ou se o volume de tickets mudar. Uma política de retenção de tickets desatualizada gera mais risco do que nenhuma política.

Definir uma Política de Retenção de Tickets faz sentido quando sua empresa possui múltiplas categorias de tickets, opera em setores regulados ou precisa de auditoria de dados. Não faz sentido quando o volume de tickets é muito baixo (menos de 50 por mês) ou quando não há requisito legal claro. Nesses casos, uma política informal de exclusão manual pode ser suficiente.

Para gestores que buscam integrar a política de retenção com a operação de atendimento, uma plataforma de call center com IA pode automatizar o arquivamento e a categorização dos tickets. A integração via API com o sistema de tickets garante que a política seja aplicada em tempo real, sem intervenção manual.

Quais erros evitar ao criar sua política de retenção de tickets?

Empresas que já sofreram incidentes de vazamento ou multas frequentemente ignoram a LGPD. Manter dados pessoais em tickets por tempo indeterminado é o erro mais comum. A lei exige um prazo de retenção definido e justificável. Uma política de retenção de tickets deve eliminar dados pessoais assim que a finalidade do atendimento for cumprida.

Aplicar o mesmo prazo para todos os tipos de ticket é outro deslize frequente. Tickets de suporte técnico têm valor operacional por semanas. Já registros de reclamações reguladas, como as do setor de saúde ou telecom, podem exigir anos de guarda. Um prazo único ou ignora riscos legais ou acumula volume desnecessário. Classifique os tickets por categoria e finalidade antes de definir o cronograma.

Não prever a exclusão segura de dados transforma a política em letra morta. Deletar um ticket do sistema sem apagar seus backups ou logs de auditoria não é exclusão. O risco de não conformidade permanece, pois os dados continuam acessíveis. Incorpore a exclusão lógica e física no fluxo de arquivamento, com controle de acesso e trilha de auditoria para comprovar a eliminação.

Deixar a política apenas no papel, sem automação, é garantia de falha na execução. Equipes de atendimento esquecem prazos, e tickets acumulam-se sem revisão. Um sistema de PABX Virtual integrado a um CRM pode automatizar a exclusão ou anonimização dos registros. A automação reduz o erro humano e assegura que a regra seja aplicada consistentemente.

Não considerar o valor analítico dos tickets históricos leva ao descarte prematuro de dados úteis. Tickets antigos revelam padrões de falhas, demandas sazonais e gargalos no atendimento. Antes de excluir, avalie se o dado anonimizado pode alimentar relatórios de melhoria contínua. A decisão de reter para análise deve ser explícita na política, com prazo distinto do legal.

Regras claras de retenção transformam um passivo digital em um ativo estratégico para análise de dados. Funciona assim. Uma política documentada elimina a ambiguidade e ainda mitiga riscos legais associados à guarda indefinida de dados pessoais, protegendo sua empresa de exposições desnecessárias.

Estabelecer prazos de descarte reduz custos operacionais com infraestrutura de armazenamento e gestão de tickets. Reter tickets pelo período correto melhora a qualidade dos relatórios e a precisão das análises de tendências de atendimento, permitindo decisões baseadas em dados realmente relevantes e atuais. Resultado?

A política deve ser revisada periodicamente para se adaptar a novas regulamentações e mudanças nos processos de negócio. Exatamente. Sem essa revisão contínua, sua empresa corre o risco de manter dados por tempo excessivo ou descartar informações que passaram a ter valor estratégico.

Como a integração com PABX Virtual e IA pode otimizar a retenção de tickets?

A integração do PABX Virtual com agentes de IA automatiza a classificação de tickets originados de chamadas telefônicas. O sistema grava a ligação, transcreve o áudio e cria um ticket no helpdesk em segundos. Empresas que usam telefonia integrada ao atendimento eliminam o trabalho manual de associar gravações a tickets e definir prazos de retenção.

Na prática, um cliente liga para o 0800 e o agente de IA identifica o motivo como "reclamação". O ticket é criado, classificado automaticamente e recebe um prazo de retenção de cinco anos, conforme a política. A gravação da chamada fica vinculada ao ticket e será excluída junto com ele, garantindo conformidade com a LGPD.

O PABX Virtual com gravação de chamadas resolve a dificuldade de gerenciar arquivos de áudio soltos. Sem essa integração, a equipe precisa baixar, nomear e armazenar cada gravação manualmente. Com a automação, o sistema aplica as regras de retenção sem intervenção humana.

Agentes de IA também identificam dados sensíveis, como CPF ou informações bancárias, e sinalizam o ticket para retenção diferenciada. Isso evita que documentos críticos sejam excluídos antes do prazo legal. A plataforma unifica telefonia, IA e helpdesk em um único fluxo operacional.

O principal erro ao definir a política de retenção é ignorar a origem telefônica dos tickets. Sem o vínculo entre chamada e ticket, a empresa perde o rastreamento das gravações. A integração PABX + Helpdesk garante que cada ligação gere um ticket com prazo de retenção definido por IA, eliminando esse risco.

Quais indicadores acompanhar para garantir que a política está funcionando?

Gestores de operações e compliance enfrentam um obstáculo recorrente: a falta de visibilidade sobre a execução da política de retenção. Sem métricas claras, a exclusão de dados vence o prazo legal ou tickets sensíveis permanecem no sistema além do permitido. Monitorar cinco indicadores específicos transforma a política de retenção de um documento estático em um processo auditável e seguro.

O volume de tickets excluídos automaticamente por mês funciona como termômetro da execução operacional. Este indicador confirma que o motor de exclusão está ativo e processando os lotes conforme a periodicidade definida. Quedas abruptas nesse volume sinalizam falhas nas rotinas de background que exigem intervenção técnica antes que dados se acumulem.

O número de solicitações de reabertura de tickets já excluídos expõe um trade-off crítico entre eficiência e acesso à informação. Cada solicitação indica que um ticket foi removido antes que o ciclo de negócio estivesse realmente concluído. Este dado orienta ajustes nos prazos de retenção por categoria, equilibrando conformidade legal com necessidade operacional.

O tempo médio entre encerramento e exclusão mede a distância real entre o fim da utilidade do ticket e sua remoção definitiva. Este indicador valida se os prazos configurados estão sendo respeitados pelo sistema. Desvios frequentes apontam para gargalos em integrações ou dependências manuais que atrasam o trigger de exclusão automática.

O quinto indicador é o número de incidentes de vazamento ou não conformidade relacionados à retenção. Este é o indicador máximo de risco, diretamente vinculado ao objetivo de proteger dados pessoais e evitar sanções regulatórias. Qualquer incidente registrado aciona uma revisão completa da política, das regras de classificação automática com IA e dos controles de acesso ao repositório de tickets.

Dashboards e relatórios automatizados consolidam esses cinco indicadores em uma única visão gerencial. A tw Solutions integra essas métricas ao sistema de call center em nuvem, permitindo que gestores acompanhem a execução da política sem depender de consultas manuais ao banco de dados. Relatórios programados para a área de compliance eliminam a coleta ad-hoc de evidências para auditorias.

A análise conjunta desses indicadores revela padrões que isoladamente passariam despercebidos. Uma taxa de conformidade alta combinada com volume de exclusão baixo sugere que poucos tickets estão atingindo o prazo limite — cenário comum em operações com crescimento acelerado. Já um aumento nas solicitações de reabertura junto com tempo médio curto entre encerramento e exclusão indica políticas agressivas demais para determinados tipos de ticket. Como os que documentam negociações comerciais de longo ciclo.

Para implementar esse monitoramento, comece pelos relatórios nativos da sua plataforma de tickets. A maioria das soluções modernas oferece logs de exclusão e metadados de ciclo de vida que alimentam os indicadores sem necessidade de desenvolvimento adicional. Em sistemas legados ou altamente customizados, a automação com agentes de IA pode extrair e consolidar esses dados de múltiplas fontes, gerando os dashboards que a área de compliance precisa para dormir tranquila.

Conclusão: centralize sua política de retenção com uma plataforma integrada

O Mapa de Decisão 3E — Estratégia, Execução e Evidência — organiza a criação de regras de arquivamento sem depender de achismos. O pilar Estratégia define prazos por categoria de ticket e base legal aplicável. Considerando as particularidades de cada setor e o volume de registros que sua operação gera diariamente. O pilar Execução automatiza a exclusão, o backup e a anonimização dentro do helpdesk. Eliminando a dependência de rotinas manuais que consomem tempo da equipe e aumentam o risco de falhas. O pilar Evidência gera trilhas de auditoria e relatórios que comprovam a conformidade para órgãos reguladores. Permitindo que gestores de compliance, coordenadores de suporte e diretores de operações demonstrem a aderência da política com dados íntegros e rastreáveis. Esses três pilares formam a espinha dorsal de uma abordagem completa para quem avalia como definir uma política de retenção de tickets e busca a melhor alternativa para implementar esse controle sem comprometer a agilidade do atendimento.

A TW Solutions entrega os três pilares em uma plataforma que integra Helpdesk, PABX Virtual, IA e automação em um único ambiente. Tickets originados em chamadas telefônicas, chats ou e-mails são classificados automaticamente por agentes de IA. Que identificam a categoria, a criticidade e o prazo de retenção aplicável a cada registro. A retenção é aplicada conforme a categoria do ticket, eliminando planilhas manuais e decisões subjetivas de cada analista — um avanço significativo para operações que precisam de consistência na aplicação das regras. O PABX Virtual grava e transcreve ligações, vinculando o áudio ao ticket correspondente. E a política de retenção definida no sistema se aplica tanto ao registro textual quanto à mídia da chamada. Essa sincronia resolve a falha comum em que o ticket é excluído, mas a gravação permanece em outro repositório. Criando passivo de conformidade e expondo a empresa a riscos operacionais que poderiam ser evitados com uma solução unificada.

A automação executa exclusões programadas e mantém backups segregados pelo período estritamente necessário, respeitando os critérios definidos em cada política. Os relatórios de ciclo de vida do ticket mostram exatamente quando um registro foi arquivado. Anonimizado ou removido, fornecendo a confiabilidade das evidências que auditores e órgãos reguladores exigem. Gestores de compliance acessam essas informações sem depender de scripts de banco de dados ou intervenção do time técnico. Reduzindo a complexidade de implantação e o tempo até valor da política de retenção. Empresas que operam call centers receptivos ou ativos, departamentos de suporte técnico, centrais de atendimento ao cliente e operações de service desk encontram na plataforma de call center com IA da TW Solutions o ambiente onde a política de retenção é aplicada de forma uniforme. A integração entre telefonia e helpdesk elimina silos de informação e garante que a regra de arquivamento alcance todos os canais de atendimento. Preservando a aderência da capacidade do PABX Virtual ao problema central de retenção e mantendo a integração com o processo atual sem rupturas na operação.

O framework 3E deixa de ser um conceito teórico quando o sistema executa a exclusão, registra a evidência e impede que dados expirados sejam acessados. A TW Solutions oferece demonstração prática desse ciclo completo, mostrando como a infraestrutura de call center em nuvem aplica as regras de retenção em produção, com exemplos reais de configuração de prazos, acionamento de gatilhos de arquivamento e geração de relatórios de auditoria. Para quem avalia como definir uma política de retenção de tickets, a demonstração revela como uma solução completa resolve as dores de escolha da melhor abordagem. Eliminando os trade-offs entre segurança jurídica e eficiência operacional. Solicite uma demonstração para ver como a plataforma de Helpdesk com PABX Virtual e IA transforma sua política de retenção em processo auditável e automático. Adequado às necessidades de empresas que buscam controle, conformidade e agilidade em um único ambiente integrado.

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Tabela de Decisão para Política de Retenção de Tickets

Compare cenários distintos de retenção de tickets e identifique a ação mais adequada para cada perfil operacional. Use esta tabela como guia prático para equilibrar conformidade, custo e valor analítico.

Cenário / Perfil Critério O que considerar Qual ação tomar
Operação de suporte técnico com alto volume de tickets transacionais Valor analítico de curto prazo e custo de armazenamento Tickets antigos raramente são reconsultados após a resolução; logs ocupam espaço significativo Defina retenção curta e automatize o descarte após o prazo mínimo necessário para relatórios mensais
Atendimento ao cliente com dados pessoais sensíveis (LGPD) Conformidade legal e minimização de dados Guardar dados pessoais além do necessário aumenta exposição a riscos regulatórios Priorize prazos de retenção baseados na finalidade do atendimento e elimine dados pessoais após o período legal
Empresa em setor regulado (financeiro, saúde, telecom) Obrigações legais e auditoria externa Normas setoriais podem exigir guarda prolongada de registros de atendimento Mapeie as exigências do setor e configure retenção estendida com trilha de auditoria para tickets críticos
Operação com foco em melhoria contínua e análise de tendências Qualidade dos relatórios e inteligência de negócio Períodos muito curtos prejudicam séries históricas e identificação de padrões sazonais Estabeleça retenção intermediária e exporte dados agregados antes do descarte para preservar a capacidade analítica
Empresa com múltiplos canais de atendimento (voz, chat, e-mail) Diversidade de formatos e integração de dados Gravações de voz e transcrições podem ter pesos diferentes de retenção e custo de guarda Segmente a política por tipo de mídia e priorize a retenção de registros textuais para consulta rápida
Operação em migração para plataforma integrada com IA e PABX Virtual Automação e centralização de registros Ferramentas integradas permitem aplicar regras de retenção de forma consistente e reduzir retrabalho manual Centralize a política na nova plataforma e configure fluxos automáticos de expurgo com alertas de revisão periódica

Perguntas frequentes

Como funciona o processo de definição de prazos de retenção para diferentes tipos de ticket?

O processo cruza cinco critérios: tipo de ticket (suporte, reclamação, financeiro), requisitos legais setoriais (saúde. Financeiro, telecom), custo de armazenamento, necessidade de auditoria e valor operacional. Tickets de suporte técnico podem ter prazo curto, enquanto reclamações reguladas exigem anos de guarda. A política documenta esses prazos para cada categoria.

Quais passos práticos devo seguir para implementar uma política de retenção de tickets na minha empresa?

Siga cinco passos: 1) Mapeie todos os tipos de ticket e identifique leis aplicáveis (Marco Civil, LGPD, Código de Defesa do Consumidor). 2) Defina prazos por categoria. 3) Automatize arquivamento e exclusão no helpdesk. 4) Documente a política. 5) Treine a equipe. O objetivo é substituir processos manuais por um fluxo auditável e sem ambiguidade.

Quais fatores devo considerar ao escolher o tempo de retenção ideal para cada ticket?

Considere cinco fatores: obrigações legais setoriais (LGPD, regulamentações de saúde ou telecom). Custo de armazenamento, necessidade de auditoria futura, valor operacional do ticket para análise de dados e o risco de não conformidade. O equilíbrio entre esses critérios define prazos que evitam multas e custos desnecessários.

Qual a diferença entre aplicar um prazo único para todos os tickets e uma política segmentada por categoria?

Aplicar um prazo único ignora riscos legais ou acumula custos desnecessários. Tickets de suporte técnico têm valor operacional por semanas, enquanto reclamações reguladas (saúde, telecom) exigem anos de guarda. Uma política segmentada por categoria equilibra conformidade com a LGPD e eficiência, evitando multas e armazenamento excessivo.

Quais são os principais riscos de não ter uma política de retenção de tickets definida?

O principal risco é a não conformidade com a LGPD, que exige prazo de retenção definido e justificável para dados pessoais. Manter tickets por tempo indeterminado pode gerar multas e incidentes de vazamento. Outro risco é o custo desnecessário de armazenamento de registros sem valor operacional ou legal, além da falta de trilha de auditoria.

Como integrar o PABX Virtual e IA na implementação da política de retenção de tickets?

A integração automatiza a classificação: o PABX grava a ligação. A IA transcreve o áudio e cria o ticket no helpdesk com o prazo de retenção correto. Por exemplo, uma reclamação identificada por IA recebe automaticamente cinco anos de guarda. Isso elimina o trabalho manual de associar gravações a tickets e definir prazos, garantindo conformidade.

O que significa o Mapa de Decisão 3E na criação de uma política de retenção de tickets?

O Mapa de Decisão 3E organiza a política em três pilares: Estratégia (definir prazos por categoria e base legal). Execução (automatizar exclusão, backup e anonimização no helpdesk) e Evidência (gerar trilhas de auditoria e relatórios para órgãos reguladores). Ele elimina achismos e garante conformidade com a LGPD.

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Leonardo Ferreira

Especialista em marketing digital e estrategias de crescimento organico.

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