Eco chamada Microsoft Teams é o retorno do áudio do interlocutor para ele mesmo, causado por falhas no fluxo de mídia entre o dispositivo, a rede, a nuvem da Microsoft e o SBC — e o diagnóstico exige análise em camadas, não apenas ajuste de volume.
Se a chamada conecta, mas o áudio chega com eco, latência ou perda de pacotes, a operação fica inviável para quem depende do Teams como central telefônica. O problema raramente está no aparelho; ele nasce na interação entre o cliente, a rede local, o gateway de voz e o provedor de telefonia.
Eco nas chamadas do Microsoft Teams: o que é e como resolver agora
O eco em chamadas do Teams é o retorno do áudio do locutor no próprio fone, geralmente causado por acoplamento acústico, cancelamento de eco mal configurado ou atraso excessivo na transmissão. Em operações com PABX integrado, o fluxo de mídia passa por mais pontos — SBC, operadora e PSTN — e cada salto pode introduzir latência ou processamento incorreto de áudio.
Para resolver, é preciso medir a qualidade da chamada em cada camada do fluxo: dispositivo do usuário, rede local, nuvem Microsoft, SBC e PSTN. A documentação oficial da Microsoft sobre qualidade de chamadas orienta o monitoramento contínuo desses indicadores antes de qualquer alteração estrutural.
Quando o eco persiste após ajustes no headset e no Teams, o próximo passo é avaliar a integração com a telefonia — incluindo o SBC e a operadora. Nesse cenário, uma medição de latência ponta a ponta ajuda a isolar onde o atraso é introduzido.
Como diagnosticar o eco por camadas: do dispositivo à PSTN
O eco em chamadas do Teams raramente nasce na nuvem da Microsoft; ele se manifesta em uma camada específica do fluxo de mídia. Diagnosticar por camadas evita troca de headset sem efeito e configuração incorreta de SBC.
O eco chamada Microsoft Teams é um sintoma de retorno de áudio que exige isolamento sistemático entre dispositivo, rede, nuvem, SBC e PSTN para ser resolvido sem retrabalho.
eco chamada Microsoft Teams é o retorno do áudio do interlocutor para ele mesmo, causado por falhas no fluxo de mídia entre o dispositivo, a rede, a nuvem da Microsoft e o SBC — e o diagnóstico correto exige testar cada camada isoladamente antes de alterar configuração.
- Dispositivo e headset: Se o eco desaparece ao usar o viva-voz do notebook, o problema está no headset ou no cancelamento de eco do dispositivo. Teste com outro headset com fio e desative o "Áudio Espacial" nas configurações do Windows.
- Cliente Teams e configuração de dispositivo: Verifique se há múltiplos dispositivos de áudio ativos simultaneamente no Teams. Acesse Configurações > Dispositivos e defina um único alto-falante e um único microfone como padrão; dispositivos duplicados causam retroalimentação.
- Nuvem Microsoft e Call Quality Dashboard: Acesse o CQD e filtre por "Eco" ou "Audio Degradation" para a chamada específica. Se o relatório apontar degradação de áudio entre o cliente e a borda da Microsoft, o problema está na rede de saída da sua operadora de internet.
- SBC e Direct Routing: Um SBC mal configurado pode gerar eco por codec incompatível ou por falha no cancelamento de eco na borda. Verifique se o codec G.711 está habilitado e se o SBC está aplicando o processamento de áudio adequado; a documentação oficial do Direct Routing especifica os requisitos de mídia que o SBC deve atender.
- PSTN e operadora: Se o eco ocorre apenas em chamadas para números externos, o problema pode estar na operadora de destino ou no tronco SIP. Teste uma chamada entre dois ramais internos do Teams; se o eco sumir, o problema está fora do seu SBC.

Quando o eco persiste após testar todas as camadas locais, o problema pode estar na configuração do SBC em relação ao Direct Routing. A Microsoft exige que o SBC suporte codecs G.711 e opcionalmente SILK para chamadas de alta qualidade; codecs diferentes entre o Teams e o SBC forçam transcodificação, que pode introduzir eco.
Se a sua equipe já identificou a camada do problema, medir a latência ponta a ponta é o próximo passo lógico para confirmar se o atraso está dentro dos limites aceitáveis. A análise de rede deve incluir o caminho completo entre o cliente e o SBC, não apenas até o gateway da internet.
Equipes que isolam o eco por camada antes de alterar configuração reduzem o tempo de resolução e evitam mudanças incorretas no SBC que afetam todas as chamadas.
Para chamadas via Direct Routing, o eco pode ser causado por um SBC que não aplica cancelamento de eco adequado. Verifique se o seu SBC possui o módulo de processamento de áudio habilitado e se ele está configurado para o modo "network" em vez de "local" para chamadas PSTN.
O fluxo de mídia completo inclui o cliente Teams, a rede da sua empresa, a borda da Microsoft, o SBC e a operadora PSTN. Cada salto adiciona latência e potencial de eco; o diagnóstico correto identifica em qual salto o sinal de áudio retorna ao remetente.
Se a sua operação usa números virtuais para atendimento, o eco pode ser mais perceptível em chamadas receptivas porque o áudio percorre um caminho adicional pela PSTN. Teste chamadas originadas do Teams para um número móvel e do número móvel para o Teams para comparar o comportamento do eco.
A análise do Call Quality Dashboard deve ser feita por chamada individual, não por agregação mensal. Filtre por "Stream Direction" e "Network Type" para identificar se o eco ocorre apenas em chamadas externas ou também internas; isso direciona o diagnóstico para o SBC ou para a rede local.
Quando o eco é intermitente, o problema geralmente está na rede Wi-Fi ou no headset Bluetooth. Teste uma chamada com cabo Ethernet e headset com fio; se o eco desaparecer, a causa é a instabilidade do wireless ou o perfil Bluetooth do dispositivo.
O diagnóstico por camadas termina quando você identifica o ponto exato de retorno do áudio. Se a sua operação depende de canais digitais integrados, o eco em chamadas de voz pode indicar um problema de configuração no gateway unificado que afeta também outros fluxos de comunicação.
Para confirmar o diagnóstico do SBC, use o Wireshark para capturar o tráfego RTP entre o SBC e o Teams. Procure por pacotes com o mesmo SSRC que retornam ao remetente; isso indica que o eco está sendo gerado dentro do SBC ou na operadora conectada a ele.
Tabela: cenários de eco e ações recomendadas
O eco em chamadas do Teams tem quatro origens típicas: dispositivo, rede, SBC e PSTN. Cada origem exige um teste diferente e uma ação específica — usar a solução errada prolonga o problema.
eco chamada Microsoft Teams é o retorno do áudio do interlocutor para ele mesmo, causado por falhas no fluxo de mídia entre dispositivo, rede, nuvem da Microsoft e SBC. O diagnóstico correto exige isolar a camada onde o problema se manifesta antes de qualquer ajuste.
| Sintoma | Causa provável | Teste rápido | Ação recomendada |
|---|---|---|---|
| Eco só em uma chamada específica | Dispositivo do usuário (fone, microfone, caixa de som) | Trocar o headset e refazer a chamada | Substituir o dispositivo; ajustar sensibilidade do microfone no Windows |
| Eco em várias chamadas, mesmo com fones diferentes | Rede local com perda de pacotes ou jitter alto | Rodar teste de conectividade com QoS ativo | Priorizar tráfego de mídia na VLAN de voz; verificar largura de banda |
| Eco em chamadas externas, mas não em chamadas internas | SBC com codec incompatível ou configuração de cancelamento de eco desativada | Analisar logs do SBC durante chamada PSTN | Ajustar codec para G.711 e habilitar ECAN no SBC |
| Eco intermitente em chamadas para ramais externos | Operadora PSTN com rota de áudio inadequada | Comparar chamadas via Direct Routing e Operator Connect | Escalar para especialista em telefonia Teams; testar rota alternativa |
Equipes que documentam sintoma, causa provável e teste antes de agir reduzem o tempo de resolução do eco pela metade. Sem esse mapeamento, cada correção é um palpite que pode piorar a qualidade da chamada.

Quando o eco persiste após trocar dispositivo e ajustar rede, o problema está no fluxo entre o SBC e a PSTN. Nesse ponto, a decisão entre Direct Routing e Operator Connect muda o resultado.
O Direct Routing exige SBC próprio e controle total da rota, mas coloca a responsabilidade do eco na sua infraestrutura. O Operator Connect transfere o controle de mídia para o provedor, simplificando a operação — a tw Solutions oferece medição de latência ponta a ponta para identificar onde o áudio degrada.
Por que o eco persiste mesmo com boa rede? Entenda o papel do SBC e da PSTN
Você já trocou headsets, estabilizou a rede e o eco chamada Microsoft Teams continua voltando em chamadas PSTN. O problema raramente está no seu Wi-Fi; ele vive na conversa entre o Teams, o SBC e a operadora.
Teams, Teams Phone, SBC e PSTN são camadas distintas. O Teams é o aplicativo; Teams Phone é o licenciamento de chamadas; SBC é o gateway que conecta sua infraestrutura à Microsoft; PSTN é a rede telefônica pública. Cada camada pode injetar eco no fluxo de mídia.
O eco persistente com boa rede aponta para codecs e supressão de eco. O SBC negocia o codec de áudio com o Teams e com a operadora. Se o SBC força um codec sem boa supressão de eco, ou se a operadora aplica processamento incompatível, o retorno de áudio aparece mesmo com latência baixa.
A configuração do SBC é a causa mais negligenciada. Parâmetros como echo cancellation, jitter buffer e DTMF precisam estar alinhados com as recomendações da documentação oficial sobre Direct Routing. Um SBC mal configurado pode gerar eco em todas as chamadas, independentemente da qualidade da rede.
Quando o problema é da operadora, o eco vem de um lado específico da chamada. Teste uma ligação entre dois ramais Teams internos: se o eco desaparece, o problema está no tronco PSTN ou no SBC. Se o eco persiste em chamadas internas, o problema está no dispositivo ou na rede local.

Para avaliar eco chamada Microsoft Teams, use critérios objetivos: o eco aparece em chamadas internas ou externas? Ele some quando você usa o aplicativo móvel? Ele persiste com diferentes headsets? Essas respostas isolam a camada responsável antes de qualquer ajuste.
O Direct Routing exige que o SBC suporte os codecs G.711 e SILK, com supressão de eco habilitada. A Microsoft recomenda que o SBC não aplique processamento de áudio adicional, como redução de ruído, pois isso pode criar artefatos. A configuração correta do SBC evita que o eco chegue ao usuário final.
Se a operadora não oferece um tronco SIP com codec compatível, o SBC precisa transcodificar. Essa transcodificação pode introduzir latência e eco se o SBC não tiver recursos de processamento dedicados. Nesse cenário, o problema não é sua rede, mas a escolha do codec na borda da PSTN.
O eco que persiste após trocar dispositivos e testar a rede exige diagnóstico no SBC. Verifique os logs de chamada do Direct Routing para identificar o codec negociado e o nível de echo cancellation aplicado. Equipes que documentam o codec negociado e o comportamento por tronco reduzem o tempo de diagnóstico do eco pela metade.
A operadora pode ser a origem do eco quando o problema ocorre apenas em chamadas para números externos. Teste uma chamada para um número móvel e uma para um número fixo: se o eco aparece em um destino e não no outro, o problema está na rota da operadora, não no SBC.
Para chamadas PSTN, o SBC precisa enviar o áudio em pacotes de 20ms, conforme o padrão G.711. Qualquer variação no tamanho do pacote pode causar eco ou distorção. A Microsoft documenta esses requisitos no guia de configuração do Direct Routing, e o não cumprimento gera sintomas idênticos a problemas de rede.
O eco em chamadas Teams com boa rede quase sempre é um problema de configuração ou de codec, não de infraestrutura. Isolar a camada responsável — dispositivo, rede, SBC ou operadora — é o primeiro passo. Depois, ajuste o SBC para os padrões da Microsoft e teste novamente com chamadas internas e externas.
Se você não tem visibilidade sobre a configuração do SBC ou sobre o codec negociado, o diagnóstico fica cego. Medir a latência ponta a ponta ajuda a separar problemas de rede de problemas de processamento no SBC. Sem essa medição, você pode ajustar o dispositivo errado.
Quando o eco persiste após todas as verificações, a solução pode exigir um SBC com melhor suporte a codecs ou uma operadora com tronco SIP compatível. A escolha entre Direct Routing e Operator Connect depende do controle que você precisa ter sobre o SBC. Operator Connect transfere a complexidade do SBC para a operadora, mas reduz seu controle sobre o codec.
Para resolver de vez, agende um diagnóstico com um especialista em telefonia Teams. Fale com um especialista e descubra se o eco está no SBC, na operadora ou na configuração do Direct Routing.
Quais erros comuns aumentam o eco nas chamadas do Teams?
Os erros que mais amplificam o eco estão na configuração do fluxo de mídia, não no headset. QoS mal configurado, codec inadequado e SBC sem supressão de eco são as causas mais frequentes em operações PSTN.
- QoS sem priorização de mídia: Sem marcação DSCP para RTP, pacotes de áudio disputam banda com tráfego comum. A correção exige habilitar QoS na rede local e no SBC para priorizar o tráfego de voz, reduzindo latência e perda que intensificam o eco.
- Codec inadequado para a rede: Usar G.711 em links com perda de pacotes alta força retransmissões e aumenta o atraso. A correção é configurar codecs como G.729 ou Opus, que toleram melhor a perda e reduzem o efeito de retorno de áudio.
- SBC sem supressão de eco ativa: O SBC precisa ter o cancelador de eco habilitado, não apenas o dispositivo do usuário. A correção é ativar o processamento de áudio no SBC para o fluxo PSTN, eliminando o eco que o headset não consegue remover.
- Níveis de áudio desbalanceados: Ganho excessivo no gateway ou no SBC satura o sinal e cria realimentação. A correção é ajustar os níveis de entrada e saída para -3 dBm, evitando distorção que o cancelador de eco não consegue processar.
- Sem teste de isolamento por camada: Alterar configurações sem testar cada salto do fluxo de mídia esconde a origem do problema. A correção é testar o eco em chamadas internas, externas e PSTN separadamente para isolar a camada responsável.
Profissionais de rede que revisam QoS, codec e SBC antes de culpar o dispositivo eliminam a maioria das causas de eco em chamadas PSTN. A falta de priorização de pacotes de voz é o erro mais comum e o mais simples de corrigir, mas exige acesso à configuração do roteador e do SBC.
Para chamadas que atravessam a PSTN, o SBC precisa ter cancelamento de eco ativo — muitos administradores assumem que o Teams já faz esse trabalho, mas a nuvem não processa o áudio da operadora. A integração correta entre o SBC e a operadora define se o eco será tratado antes de chegar ao usuário final.
Se você precisa de ajuda para ajustar o fluxo de mídia da sua operação, meça a latência ponta a ponta e compare com os limites recomendados pela Microsoft. Para ambientes com alta perda de pacotes, a configuração de codec e QoS deve ser revisada em conjunto com a infraestrutura de numeração virtual que alimenta o SBC.
Quando escalar para um especialista em telefonia Teams?
Você já substituiu headsets, ajustou QoS e o eco persiste apenas em chamadas PSTN. Esse é o sinal mais claro de que o problema migrou da camada de dispositivo para a integração entre o Teams, o SBC e a operadora.
Profissionais de rede ou voz costumam gastar semanas testando configurações isoladas sem acesso ao fluxo completo de mídia. O eco chamada Microsoft Teams em tronco SIP exige visão simultânea do cabeçalho SIP, do codec negociado e do comportamento do cancelador de eco no SBC.
Quando o eco persiste após trocar dispositivos e estabilizar a rede, a causa provável está na integração PSTN — e é nesse ponto que a escalada para um especialista reduz o tempo de resolução de dias para horas.
Sinais objetivos de que o problema exige um especialista
O primeiro sinal é a repetição do sintoma em chamadas externas, mas não em chamadas internas entre usuários do Teams. Isso indica que o fluxo de mídia atravessa o SBC e a operadora, camadas que exigem análise de log e conhecimento de telefonia tradicional.
O segundo sinal é a variação do eco conforme o horário ou o destino da chamada. Um especialista consegue correlacionar esses padrões com a rota SIP, o codec negociado e a configuração de jitter buffer no SBC.
O terceiro sinal é a ausência de erro visível nos relatórios do Teams Admin Center. Quando as métricas de qualidade apontam tudo normal, mas o usuário relata eco, a causa está na interação entre o SBC e a PSTN — fora do alcance dos painéis padrão da Microsoft.
O quarto sinal é a necessidade de integração com PABX legado ou operadora específica. Cada combinação de equipamento e provedor tem particularidades de sinalização e codec que raramente estão documentadas em guias genéricos.
O que uma consultoria especializada entrega na prática
Um especialista em telefonia Teams analisa o fluxo de mídia completo: do headset do usuário até o tronco SIP da operadora. Essa análise inclui logs do SBC, traces de chamada e a configuração de cancelamento de eco em cada nó da cadeia.
A consultoria também avalia se o codec negociado é adequado para o cenário. Codecs como G.711 têm comportamento diferente do Opus em redes com perda de pacotes, e a escolha errada amplifica o eco em chamadas PSTN.
O especialista identifica se o problema está no cancelador de eco do SBC, na configuração do gateway ou na operadora. Cada uma dessas correções exige acesso e conhecimento que um profissional de rede interna raramente possui.
Para operações que dependem de telefonia Microsoft Teams integrada a PABX, SBC e operadora, a consultoria elimina tentativa e erro. A TW Solutions atua desde 2007 com telefonia em nuvem e oferece diagnóstico completo da sua integração PSTN.
Se você já tentou resolver o eco por conta própria e a causa não aparece nos relatórios padrão, fale com um especialista e agende um diagnóstico da sua rota de mídia.
O que é eco chamada Microsoft Teams? Entenda a definição técnica
Eco chamada Microsoft Teams é o fenômeno acústico em que um participante ouve a própria voz retornar com atraso perceptível durante uma ligação, causado pelo vazamento do sinal de áudio do alto-falante para o microfone em algum ponto do caminho de mídia. Esse retorno indesejado ocorre quando o áudio capturado em uma extremidade trafega pelo sistema e é reproduzido novamente na origem, criando um loop que degrada a comunicação.
O mecanismo do eco segue um ciclo previsível de quatro etapas. Primeiro, o microfone do dispositivo captura a voz do usuário e a converte em sinal digital. Em seguida, esse sinal trafega pela rede até o destino. O alto-falante do dispositivo remoto reproduz o áudio, que vaza acusticamente para o microfone local. Por fim, o sinal retorna à origem como eco, com latência suficiente para ser percebido como uma voz separada.
Eco, feedback e reverberação: três fenômenos distintos
Eco, feedback e reverberação são frequentemente confundidos, mas possuem causas e comportamentos diferentes. O eco é um retorno atrasado da própria voz, perceptível como uma repetição distinta. O feedback é a microfonia aguda que ocorre quando o microfone capta diretamente o som do alto-falante no mesmo ambiente, criando um loop instantâneo e autoalimentado. A reverberação é a persistência do som no ambiente físico, causada por reflexões acústicas em superfícies como paredes e mesas.
Na prática, o eco em chamadas do Teams exige análise em camadas. Um headset com isolamento acústico deficiente gera eco local. Uma rede com jitter elevado introduz variação no atraso que confunde os algoritmos de cancelamento. Um SBC mal configurado permite que o sinal da PSTN retorne pelo caminho de mídia. Cada origem demanda uma ação corretiva específica, como ajustar o cancelamento de eco acústico no dispositivo ou reconfigurar o perfil de mídia do controlador de borda.
O cancelamento de eco acústico integrado ao Microsoft Teams atua no nível do cliente, filtrando o áudio que o microfone capta do alto-falante local. Contudo, esse algoritmo não resolve eco gerado em estágios posteriores do fluxo de mídia. Quando o retorno se origina na interface com a PSTN ou dentro da rede da operadora, apenas a análise do SBC e dos codecs negociados revela a causa raiz. Profissionais de rede que investigam latência ponta a ponta em chamadas do Teams frequentemente descobrem que o eco é sintoma de um problema mais profundo no caminho de mídia.
O diagnóstico preciso separa o eco gerado no dispositivo do eco introduzido pela infraestrutura de telefonia. Um teste simples com headset certificado e chamada interna entre usuários Teams isola a camada do dispositivo. Se o eco desaparece nesse cenário e reaparece apenas em chamadas externas, o problema está no SBC ou na operadora. Essa distinção evita substituições desnecessárias de equipamento e direciona o esforço para onde ele realmente resolve.
Fale com um consultor da TW Solutions e avalie a arquitetura ideal para sua operação.
Fontes e referências
Consulte as referências institucionais abaixo para aprofundar e validar os critérios apresentados.
Perguntas frequentes
O que exatamente causa o eco em chamadas do Microsoft Teams e por que ele não é resolvido apenas ajustando o volume?
O eco no Teams é o retorno do áudio do interlocutor para ele mesmo, causado por falhas no fluxo de mídia entre dispositivo, rede, nuvem da Microsoft e SBC. O problema raramente está no aparelho; ele nasce na interação entre o cliente, a rede local, o gateway de voz e o provedor de telefonia. Por isso, ajustar o volume não resolve, pois o sintoma exige diagnóstico em camadas para isolar a origem real do loop de áudio.
Quando o eco em chamadas do Teams indica um problema no SBC em vez de um problema no headset do usuário?
O eco indica problema no SBC quando persiste após a troca de headsets e a estabilização da rede, especialmente em chamadas PSTN. Se o problema só ocorre em chamadas externas e não em chamadas internas do Teams, a causa provável está na integração entre o Teams, o SBC e a operadora. Nesse cenário, o SBC pode estar forçando um codec inadequado ou sem supressão de eco configurada, exigindo análise do fluxo de mídia.
Quais critérios técnicos devo avaliar para decidir se o eco em uma chamada do Teams é causado pelo dispositivo, rede, SBC ou PSTN?
Os critérios são: 1) Dispositivo: se o eco ocorre apenas em uma chamada específica ou com um usuário específico, troque o headset e refaça a chamada. 2) Rede: verifique se QoS está habilitado com marcação DSCP para RTP; sem isso, pacotes de áudio disputam banda. 3) SBC: análise o codec negociado; G.711 em links com perda de pacotes alta aumenta o atraso. 4) PSTN: se o eco persiste com boa rede, o problema está na conversa entre Teams, SBC e operadora.
Qual a diferença entre eco causado por codec inadequado e eco causado por falta de QoS na rede em chamadas do Teams?
O eco por codec inadequado ocorre quando o SBC força G.711 em links com alta perda de pacotes, forçando retransmissões e aumentando o atraso. A correção é configurar codecs como G.729 ou Opus, que toleram melhor a perda. Já o eco por falta de QoS acontece quando pacotes RTP disputam banda com tráfego comum, aumentando latência e perda. A correção exige habilitar QoS na rede local e no SBC para priorizar o tráfego de voz.
Como implementar um diagnóstico por camadas para resolver eco em chamadas do Teams sem trocar equipamentos sem necessidade?
O diagnóstico por camadas exige isolar o problema antes de qualquer ajuste. Comece pelo dispositivo: troque o headset e refaça a chamada. Depois, verifique a rede: confirme se QoS está habilitado com marcação DSCP para RTP. Em seguida, análise o SBC: verifique o codec negociado e se a supressão de eco está ativa. Por fim, avalie a PSTN: se o eco persiste com boa rede, o problema está na integração entre Teams, SBC e operadora. Esse método evita retrabalho.
Qual o papel do SBC e da PSTN no eco persistente em chamadas do Teams mesmo com rede estável?
O SBC é o gateway que conecta sua infraestrutura à Microsoft e negocia o codec de áudio com o Teams e com a operadora. Se o SBC força um codec inadequado ou não tem supressão de eco configurada, o eco persiste mesmo com boa rede. A PSTN é a rede telefônica pública, que pode injetar eco no fluxo de mídia. O eco persistente com boa rede aponta para codecs e supressão de eco no SBC, não no Wi-Fi.
Como provar que o eco em chamadas do Teams é causado pelo SBC e não pelo dispositivo do usuário?
A prova é o isolamento por camadas. Se o eco persiste após trocar o headset e estabilizar a rede, mas só ocorre em chamadas PSTN, o problema está na integração entre Teams, SBC e operadora. O diagnóstico exige visão simultânea do cabeçalho SIP, do codec negociado e do comportamento do cancelador de eco no SBC. Quando o eco persiste apenas em tronco SIP, a causa provável está na integração PSTN, não no dispositivo.
Quando devo escalar o problema de eco em chamadas do Teams para um especialista em telefonia Teams?
Escale quando você já substituiu headsets, ajustou QoS e o eco persiste apenas em chamadas PSTN. Esse é o sinal mais claro de que o problema migrou da camada de dispositivo para a integração entre Teams, SBC e operadora. Profissionais de rede gastam semanas testando configurações isoladas sem acesso ao fluxo completo de mídia. O eco em tronco SIP exige visão simultânea do cabeçalho SIP, do codec negociado e do cancelador de eco no SBC.




